Emprego: Bauru soma 878 postos a mais em maio e acumula saldo positivo de 3.239 vagas no ano

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Dados do Governo Federal trazem o acumulado do ano e, abaixo, o desempenho somente no mês de maio de 2022

Bauru acumula de janeiro a maio deste ano saldo de 3.239 empregos. O resultado mantém a tendência de contratações acima dos desligamentos no ano, com saldo em maio de 878 vagas. De outro lado, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado hoje (28/06/2022) pelo Governo Federal identificam que as oportunidades caíram no segmento do comércio na cidade (-97 no acumulado do ano). Em 2021, no mesmo período, o setor de construção é quem apresentou maior dificuldade de recuperação, com -212 vagas de janeiro a maio.

Conforme o novo Caged, a cidade registrou 30.954 contratações e 27.715 demissões nos primeiros cinco meses deste ano. O saldo positivo de 3.239 unidades de emprego, porém, é menor do que as 5.135 vagas do comparativo com o mesmo período de 2021, quando Bauru acumulou o maior número de mortes da tragédia sanitária da Covid-19.

O setor de serviços continua respondendo pelo maior volume, fator natural em razão da maior participação na economia local. As admissões superaram os desligamentos no segmento de serviços em 2.697 no acumulado do ano. Para comparar, o total também positivo foi de 3.633 em 2021.

Mas o comércio, com saldo negativo em 97 vagas em 2022 está distante dos 1.366 empregos a mais no confronto com demissões – de janeiro a maio de 2021.

Apesar do resultado ainda ruim no acumulado, o comércio indica reação em maio deste ano, com 138 contratações a mais do que demissões. A indústria contribuiu (no mês) com saldo de 172 unidades de trabalho, a construção 75 e serviços 520.

BALANÇO SÓ DO MÊS

Os dados especificamente de maio também são bons, quando Bauru registrou 6.401 contratações e 5.523 demissões, conforme o novo Caged (saldo de 878).

Ao longo deste ano, fevereiro continua sendo o mês com o melhor resultado positivo (+1.555 vagas). Em janeiro foram 176, março 255 positivo e abril 375 empregados a mais do que demitidos.

Serviços (em maio de 2022) respondeu por 3.619 do total de contratações, seguido do comércio com 1.406, construção 670 vagas, indústria 654 novas vagas e o setor agropecuário apenas 52.

E NO PAÍS? RESULTADO TAMBÉM É POSITIVO

Por Alex Rodrigues/Agência Brasil

Em maio deste ano, o Brasil registrou um saldo de 277.018 novos empregos formais. Segundo os dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que o Ministério do Trabalho e Previdência divulgou hoje (28/06), no mês passado foram registradas 1.960.960 contratações com carteiras assinadas e 1.683.942 desligamentos. A média salarial no País continua ruim. 

Já o total de trabalhadores celetistas – ou seja, com vínculo formal de trabalho e direitos e deveres regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) – aumentou 0,67% em relação ao resultado de abril deste ano, passando de 41.448.948 para 41.729.858.

Na média nacional, os salários iniciais pagos a quem foi admitido em um novo emprego em maio foi de R$ 1.898,02 – valor R$ 18,05 menor que a média de R$ 1.906,54 calculada em abril.

No acumulado do ano, foi registrado saldo de 1.051.503 empregos, decorrente de 9.693.109 admissões e de 8.641.606 desligamentos (com ajustes até maio de 2022).

OS SETORES

Os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados registraram saldos positivos em termos de criação de empregos formais. Tal como em abril deste ano, o setor de serviços voltou a ser destaque, com um saldo de 120.294 postos celetistas. Em seguida vêm as atividades ligadas ao comércio (+47.557 postos); indústria (+46.975 postos); construção (+35.445 postos) e, por fim, agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+26.747 postos).

Todas as cinco regiões brasileiras também tiveram saldo positivo, com destaque para o Centro-Oeste, cujo índice variou 0,94%, com um saldo de 33.978 vagas de emprego formais. Em seguida vêm o Norte (+0,82%, +16.091 postos, respectivamente); Nordeste (+0,73%, +48.847 postos); Sudeste (+0,69%, +147.846 postos) e Sul (+0,33%, +25.585 postos).

Em termos absolutos, as unidades federativas com maior saldo mensal, em maio, foram São Paulo, com um resultado positivo de 85.659 postos (variação positiva de 0,67% em comparação a abril); Minas Gerais (+29.970 postos ou +0,68%) e Rio de Janeiro (+20.226 postos, +0,61%). Ainda em termos absolutos, Sergipe: (+855 postos, +0,30%); Roraima (+494 postos, +0,75%) e o Amapá (+334 postos, +0,46%) foram os estados com menor saldo.

No mês, houve 24.094 admissões e 18.284 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, deixando um saldo de 5.810 empregos. Duzentos e oitenta e seis trabalhadores assinou mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente. Do ponto de vista das atividades econômicas, o saldo de emprego na modalidade de trabalho intermitente distribuiu-se por Serviços (+4.505 postos), Indústria geral (+1.117 postos), Construção (+436 postos), Agropecuária (+303 postos) e Comércio (-551 postos).

Também foram registradas 19.530 admissões em regime de tempo parcial e 16.251 desligamentos, gerando saldo de 3.279 empregos, envolvendo 8.904 estabelecimentos contratantes. Cinquenta e nove empregados celebraram mais de um contrato em regime de tempo parcial.

 

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