Estação: Suéllen diz que vai contratar projeto completo e custo com drenagem preocupa

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Suéllen Rosim e o primeiro bolo do aniversário da cidade 

 

A recuperação e uso da Estação Ferroviária, patrimônio cultural e histórico da cidade que completa 125 anos neste 01 de agosto de 2021, vai passar pela etapa de contratação de projeto completo, do prédio em si e de seu entorno. Mas um dos itens que mais preocupa é a drenagem, de custo elevado.

A prefeita Suéllen Rosim disse nesta segunda-feira, durante passagem pela Câmara onde participou da tradicional comemoração simbólica de corte do bolo de aniversário da cidade, que vai contratar o projeto executivo. Sem ele, a administração não terá condições de dizer o que tem de ser feito e qual o custo para reformar a Estação. “Nós vamos contratar o projeto executivo. E a partir dele determinar o que precisa de fato ser realizado. O que temos é um desenho básico deixado pelo governo anterior. Sem o detalhamento não há como avançar”, contou.

A prefeita também ressaltou que a recuperação e uso da região não se resumem à obra da Estação, em si. “Temos de definir um projeto maior, que leve em conta a revitalização do Centro e as formas de uso do espaço e da sua relação com o Calçadão. Com a contratação do projeto também vamos discutir interesse comercial (residencial) no entorno. E o custo com a drenagem pode ser elevado. O que precisamos levantar em projeto completo”, complementa.

É exatamente a drenagem da região que preocupou a secretária Municipal de Educação, Maria Kobayashi, no início do ano. Perguntada, em audiência pública, sobre a reforma da Estação e a participação da pasta, ela mencionou que o apontamento prévio é de que o custo da drenagem é elevado.

A compra da Estação, por cerca de R$ 6 milhões, no início do primeiro governo Rodrigo Agostinho, teve, à época, R$ 1,5 milhão de verba carimbada da Educação. Mas é possível ajustar a questão. Uma saída, por exemplo, é discutir a devolução proporcional do valor ao próprio Município, para repor a verba carimbada. E isso pode ser feito por Termo de Ajuste (TAC), eventualmente, ou, até, por intermédio de fixação de contrapartida em caso de eventual concessão do espaço.

Há interesse por instalação de moradias no entorno. Mas o governo, para isso, também precisa atuar na questão das obrigações de vinculação da proteção do patrimônio.

A compra da Estação e sua situação de abandono (com interdição realizada por intervenção do Ministério Público em razão de riscos em estruturas) foi comentada como possível tema para Comissão de Inquérito (CEI), na sessão. Na foto, a prefeita Suéllen Rosim em sua primeira participação no tradicional bolo de aniversário – pelos 125 anos da cidade.

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