Impacto da guerra Rússia X Ucrânia na economia e nos investimentos – Parte 2

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Olá queridos ouvintes! Hoje interromperemos novamente a nossa série sobre o Sistema Financeiro Nacional e abordaremos o tema sobre a invasão da Rússia à Ucrânia, trazendo as atualizações desse conflito.

 

Como já havia sido abordado semana passada, muitas empresas retiraram-se da Rússia. O que se observa é que esse movimento continuou, e mais do que isso, esse movimento se intensificou. As redes sociais Facebook e Twitter foram bloqueadas de serem acessadas e o TikTok optou por suspender suas operações no país. Tais bloqueios tem por objetivo evitar que notícias sobre a guerra sejam espalhadas de forma mais fácil por tais meios. O YouTube também desmonetizou alguns canais russos.

 

Depois de ser retirada do sistema de pagamento internacional Swift, algumas empresas privadas também adotaram um caminho semelhante. Esse é o caso da Visa, Mastercard, Paypal e American Express, que dificultaram o acesso ao crédito dentro e fora da Rússia. No entanto, como alternativa, o país está optando por utilizar um sistema bancário da empresa UnionPay, uma empresa chinesa.

 

Olhando para as commodities, os preços continuam disparando, o barril do petróleo chegou a bater 139 dólares. O cobre, o paládio e o gás natural europeu também não ficaram de lado, atingindo sua máxima histórica. Além disso, o rublo russo continua a despencar, já perdendo 60% de valor desde o início da guerra.

 

Outro fator de extrema importância que não pode passar despercebido é a questão dos fertilizantes usados no Brasil. Nosso país importa cerca de 85% dos fertilizantes usados em solo nacional, sendo que mais de 26% têm origem na Rússia e Belarus, de acordo com a revista Exame. Caso haja alguma interferência no reabastecimento dos fertilizantes, o Brasil pode ser altamente afetado, tendo em vista que o agronegócio corresponde a cerca de 25% do PIB.

 

As consequências do conflito entre Rússia e Ucrânia ainda são incertas, no entanto as futuras projeções da inflação e dos juros já estão sendo corrigidas para cima, segundo o último boletim Focus, o que acaba por pressionar o crescimento das economias para baixo. 

 

Hoje ficaremos por aqui. Voltaremos a abordar esse assunto novamente, trazendo as novas atualizações sobre esse tema, por isso, fiquem ligados!

Guilherme Lauris Torres.

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