Fundos de Investimento – Títulos Públicos

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Olá queridos leitores, depois de terminarmos nossa introdução às características principais dos fundos existentes, vamos agora começar a analisar cada um deles. Como já conhecemos todos os conceitos, podemos utilizá-los para entender cada um dos exemplos que vamos citar no episódio de hoje.

 

O primeiro conceito que devemos entender é que os fundos referenciados aos títulos públicos operam somente com títulos públicos como por exemplo o Tesouro Selic e Tesouro IPCA. Eles são restritos a esses ativos, porém podem ser muito mais complexos que somente a compra e a espera dos recebimentos de Juros.

Por se tratar de renda fixa, essa modalidade normalmente é utilizada como reserva de emergência, já que de todos os tipos de fundos, eles são os menos arriscados. Porém ao mesmo tempo oferecem ótimas oportunidades de retorno, seja para quem está começando agora a investir em fundos, ou para quem busca somente uma reserva de oportunidade.

 

Fundos Referenciados à títulos públicos

O primeiro e mais simples fundo que podemos utilizar para começar são os fundos referenciados. Eles seguem um fundo como referência, ou seja, acompanham seu benchmark.

 

Classificação: Passivo

Benchmark: Normalmente é o CDI, mas pode ser algum título de renda fixa, como o Tesouro Selic ou IPCA por exemplo

Taxa de Administração: Baixa, pois como o objetivo é somente acompanhar o indíce, o trabalho é reduzido

Taxa de Performance: Costuma não ser cobrada, já que não há um trabalho ativo do gestor em superar o benchmark

Imposto de Renda: é cobrado de acordo com a tabela regressiva de imposto de renda

 

Fundos Ativos em títulos públicos (ipca+)

A segunda modalidade dos fundos, são os com gestão ativa, nesse caso vemos a mão do gestor atuando diretamente nas operações do fundo. O objetivo é ganhar não só com os juros, mas também com a valorização e desvalorização das cotas.

Esse fenômeno é conhecido como marcação a mercado, em que dependendo da variação nas taxas de juros, o valor de sua cota pode sofrer variações altas. Rentabilizando até mais que os ganhos referentes às taxas de juros, sendo a parte mais complexa da Renda Fixa. Ela já foi explicada na nossa série anterior, sobre Renda Fixa, que você pode acessar em nosso perfil.

 

Classificação: Ativo

Benchmark: CDI, ou algum título público

Taxa de Administração: Tende a ser maior que os fundos de gestão passiva

Taxa de Performance: Pode ser cobrada, já que há um papel ativo do gestor.

Imposto de Renda: é cobrado de acordo com a tabela regressiva de imposto de renda

 

Após esse parecer geral sobre os fundos de Títulos Públicos, terminamos o episódio de hoje, semana que vem vamos conversar sobre os fundos de crédito privado, então não perca.

 

Vale lembrar que nenhum dos ativos apresentados representam de forma alguma

 

E não se esqueça, conte sempre com a ajuda de especialistas antes de investir, estamos prontos para te atender, basta somente clicar aqui.

 

Vamos Juntos?

 

Lucas Strutz Haguiara.
Assessor de Investimentos Copaíba Invest – XP Investimentos

 

Se você perdeu o episódio anterior é só acessar pelo link abaixo:

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