Como Investir em 2022 – Como a Inflação Afeta a Economia

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Olá, queridos leitores! No último episódio falamos sobre os principais acontecimentos do nosso cenário atual. O tema de hoje será sobre a inflação e como ela afeta a nossa economia.

 

O QUE É INFLAÇÃO E COMO ELA É CALCULADA

A inflação é definida como: aumento contínuo e generalizado dos preços, e como consequência dela, temos a diminuição do poder de compra da população. É calculada e divulgada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo que o Conselho Monetário Nacional (CMN) é o órgão que estabelece uma meta para a inflação.

 

A inflação é calculada tendo em base o consumo das famílias que ganham entre 1 e 40 salários mínimos e residentes em algumas capitais. Os gastos levados em consideração são com: alimentação, habitação, vestuário, transporte, saúde, despesas pessoais, educação e comunicação. Assim, se a inflação de um determinado mês for 1%, quer dizer que, em média, esses gastos elevaram-se em 1%.

 

O QUE CAUSA O AUMENTO DE INFLAÇÃO

Vários aspectos podem causar o aumento da inflação, entre eles temos: o aumento da demanda ou diminuição da oferta– o que normalmente eleva o preço dos produtos –, o aumento do custo de produção do produto – com o custo de produção maior, o preço final do produto também é elevado –, a emissão de papel moeda – devido a maior quantidade de dinheiro no mercado, a demanda por alguns itens é elevada, afetando o preço do produto –, diminuição da taxa de juros – estimula o consumo da população, tanto pelo juros menor quanto pela oferta de empréstimos mais baratos no mercado.

 

RELAÇÃO ENTRE SELIC E INFLAÇÃO

A inflação se dá muitas vezes pela facilidade com que a população tem acesso ao dinheiro, fazendo com que gastem mais, gerando inflação. Uma forma de controlar esse acesso é pela Selic. A Selic é o custo do crédito, ou seja, quanto maior for a Taxa Selic, maior será o juros cobrado sobre um empréstimo ou financiamento, por exemplo, desestimulando a contratação desses, liberando menos capital para a população, assim, controlando a inflação.

 

Além disso, com uma Taxa maior, emprestar dinheiro para o governo se torna mais atraente, levando o dinheiro que seria gasto pela população para as aplicações financeiras. Assim, com menos disponibilidade de capital na mão dos indivíduos, estes passam a gastar menos, contribuindo para a diminuição da inflação.

 

QUANTO MENOS INFLAÇÃO, MELHOR?

Muitos acreditam que a resposta para essa pergunta é sim, no entanto, essa resposta é errada. Imagine que um país está tendo uma deflação (inflação negativa) mensal, ou seja, a cada mês que passa, os preços dos produtos caem. Esse feito desestimularia o consumo da população, pois ela esperaria cada vez mais para comprar um produto, prejudicando a indústria, pois sem demanda ela para de produzir, assim, demitirá funcionários pois não os necessita mais, fazendo com que famílias tenham menos poder de aquisição e comprem menos ainda, tornando esse processo uma bola de neve que irá aumentar se não houver alguma interferência. 

 

Assim, entende-se que, uma inflação baixa, mas não negativa, é o ideal para a economia de um país crescer de forma saudável, por isso, o Brasil possui uma meta de inflação, determinada pelo CMN.

 

Com isso, acabamos mais um episódio da nossa série! No próximo episódio, falaremos sobre como se comportar em momentos de crise. Fiquem ligados!

 

Guilherme Lauris Torres.

 

Se você perdeu o episódio anterior é só acessar pelo link abaixo:

 

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