Fundos de Investimento – Crédito privado

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Olá queridos leitores, Na semana passada conversamos sobre os Fundos referenciados a títulos públicos, dessa vez vamos adentrar nos Fundos de títulos de crédito privado. Assim como utilizamos os conceitos aprendidos nos primeiros capítulos para analisarmos os fundos de títulos públicos, vamos agora utilizar os mesmos conceitos e métricas para os fundos de crédito privado. 

 

Para entender os fundos de crédito privado precisamos ressaltar algumas das características presentes nestes títulos. A primeira delas é saber que são características destes fundos a aplicação mínima de pelo menos 50% de seu patrimônio em títulos de renda fixa, emitido por parte de emissores privados, enquanto nos outros 50% podem ser investidos em títulos públicos e derivativos.  Essa porcentagem e divisão é solicitada, para que o investidor possa alcançar juros maiores que os da renda fixa, ao mesmo tempo em que um risco maior como contraparte também existe.

 

Dentre os investimentos possíveis temos três categorias principais: os certificados de recebíveis imobiliários, os certificados de recebíveis do agronegócio e as debêntures. Cada uma das opções apresentadas anteriormente já foram explicadas na nossa série sobre renda fixa, que você pode acessar em nosso perfil.

 

Risco

 

O principal risco presente nos fundos de crédito privado, é o risco da inadimplência, ou seja, do investidor não receber seu dinheiro de volta. Porém não podemos esquecer também do risco de liquidez, que é a facilidade com que se é possível vender sua cota, e pegar o dinheiro de volta. Ambos os conceitos já foram apresentados em nossos materiais anteriores, se você perdeu os primeiros episódios da série, é possível acessá-los em nosso perfil.

 

Tributação

 

Também como já foi explicado anteriormente, temos duas tributações diferentes nos fundos de crédito privado, a primeira é referente ao IOF, e a segunda o imposto de renda convencional, cobrado de acordo com a tabela regressiva de Imposto de Renda. Novamente você pode conferir esse material completo no capítulo que dedicamos exclusivamente para tratar de tributação.

 

Porém, temos um tipo diferenciado de fundo de crédito privado, os fundos de debêntures incentivadas, elas funcionam como uma debênture comum, porém, por se tratarem de obras de infraestrutura que beneficiarão o país, elas possuem o incentivo fiscal de não pagar imposto de renda. Sendo assim, esse benefício se estende também para os cotistas desses fundos, se concretizando assim como mais uma das possibilidades de investimentos presentes no mercado financeiro.

 

Com isso terminamos os fundos de créditos privados, nos preparando assim para darmos continuidade na quinta-feira à nossa série, conversando sobre os fundos multimercados no nosso próximo encontro.

 

Vale lembrar que nenhum dos ativos apresentados representam de forma alguma recomendação de alocação.

 

E não se esqueça, conte sempre com a ajuda de especialistas antes de investir, estamos prontos para te atender, basta somente clicar aqui.

 

Vamos Juntos?

 

Lucas Strutz Haguiara.

Assessor de Investimentos Copaíba Invest – XP Investimentos

 

Se você perdeu o episódio anterior é só acessar pelo link abaixo:

Para investir melhor em renda variável, nada como contar com especialistas. Entre em contato conosco:

Telefone: (14) 3010–1818

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