Água: perfurar poços sem reduzir perdas é jogar dinheiro fora!

Facebook
WhatsApp
LinkedIn
Lagoa do Batalha tem 1,40 m de profundidade e precisa de 3,20 m para operar 100% da produção

Se Bauru tem o ‘raio-x’ do sistema de produção e abastecimento de água, por que não resolvemos o problema? Por que o diagnóstico não foi executado! 

Não há ação isolada que resolva, por si, a deficiência no desabastecimento de água na cidade a curto prazo. Mas, seja qual fora a solução mágica que os candidatos (as) queiram dar para o antigo problema, Bauru sabe, desde 2014, que tem de fazer o que está escrito no Plano Diretor de Águas (PDA) para atacar o problema.

A Prefeitura de Bauru contratou na gestão Rodrigo Agostinho, a peso de mais de milhão de Reais, o diagnóstico completo do abastecimento, realizado pela empresa Hidrosan. Chamado de PDA, o estudo descreve, passo a passo, a estrutura operacional, tecnológica e até ambiental-hidrológica do sistema para a cidade. Lá está tudo o que já deveria estar sendo realizado, desde 2014. Como isso não aconteceu, o DAE tem de atualizar o plano. Mas ele não precisa ser recontratado!

Transformado em lei somente em 2019, o PDA traça desde medidas específicas (como manutenção preventiva e corretiva) até as obras mais complexas (setorização da cidade, com automação e construção de reservatórios e poços profundos).

Portanto, se você ouvir candidato (a) dizendo que vai construir poços e reservatórios, saiba que esta é uma visão pontual e que não resolve o problema. No caso dos 38% (140 mil bauruenses) abastecidos pelo rio Batalha é pior. Porque já retiramos, há anos, do que sobrou do rio e seus afluentes, muito mais do que ele pode oferecer. Se o candidato quiser ser, ao mesmo tempo, sincero, e preciso, sobre como melhor o abastecimento de água basta que ele (a) diga: vou atualizar e realizar as ações fixadas no Plano Diretor de Águas. 

O plano foi montado para solucionar nossos problemas em 20 anos (2014 a 2034). Mesmo fazendo a projeção para o momento atual, se cada prefeito (a) cumprir pelo menos sua parte, nos 4 anos de mandato, já será avanço.

Aliás este é o problema principal: contratado em 2014, o PDA não foi cumprido no segundo mandato de Rodrigo Agostinho. E também não o foi na gestão Gazzetta.

A reportagem a seguir é longa, não tem jeito. São muitas informações. o CONTRAPONTO sugere que você tenha sede pra compreender mais do tema. Vamos inserir gráficos e mensagens curtas entre os pontos, pra lhe ajudar! Vai lá, força! Você precisa ler para ter, pelo menos, o que argumentar com os PREFEITÁVEIS, ou cobra-los.

POR QUE SÓ POÇO NOVO NÃO RESOLVE?

Porque, segundo o diagnóstico no Plano de Águas, a cidade desperdiça 47,8% do que produz, seja em não faturamento (hidrômetros velhos), seja por vazamentos nas ruas, nos imóveis.

Ou seja, construir poço sem resolver isso é desperdiçar duas vezes: o DAE perde receitas porque não fatura tudo o que se consome e tira cada vez mais água do subsolo (ou do rio Batalha) para perder uma boa parte em vazamentos pela rede.

Veja no gráfico a seguir a relação entre as perdas e o consumo em Bauru, do estudo que hoje é lei (o PDA). De baixo pra cima, o desenho mostra a linha 1 (estável) com o DAE tendo pouco aumento de consumo medido nos hidrômetros. Sem trocar hidrômetros a cada 5 anos, o aumento da população amplia, proporcionalmente, as perdas de receita.

Já o tracejado com destaque em amarelo mostra a evolução do percentual de perdas. E a última linha o volume de água produzido. Mas produzir com “o balde furado” é fria!

O QUE PRECISA SER FEITO?

São várias ações. Mas as essenciais são, ao mesmo tempo, o DAE assumir a troca de hidrômetros, com programação ano a ano, e investir na setorização do sistema (interligação de redes entre diferentes bairros), com CONTROLE DE PRESSÃO e automação (por tecnologia para controlar o sistema).     

Por que a troca de hidrômetros é importante? Porque os investimentos são elevados e o equilíbrio entre cobrar o consumo correto e reduzir os vazamentos é a fórmula fundamental para AJUSTAR A RECEITA, PAGAR OS INVESTIMENTOS E AUMENTAR A OFERTA DE ÁGUA NAS TORNEIRAS DOS BAURUENSES. Ou a Prefeitura contrata projeto (executivo) e busca dinheiro fora, pra começar.

Veja nosso exemplo: pensa com a gente: se você retira 100 litros de água (do poço ou do rio), mas quase a metade (47,8%) não consegue faturar (hidrômetros velhos) ou desperdiça em vazamentos, o que significa? Significa que seu serviço é muito ruim! E quanto mais poço você perfura – sem resolver a origem – mais despesa você gasta e mais dinheiro e ÁGUA você joga fora!

Por isso é que é “furado” candidato dizer: vou resolver o problema perfurando mais X poços! Chega dessa ladainha! Se o balde tem vários furos, vai continuar vazando! E a despesa (funcionários, equipamentos, materiais) para produzir os 100 litros de água é a mesma! E seu cliente ainda reclama (porque tem muito vazamento). E você recebe só a metade porque vazou boa parte e os medidores são velhos!

Ah!! Então significa que se o (a) prefeito (a) quiser, de fato, resolver o problema tem de fazer o que está escrito na lei do PDA, o tal plano? Isso mesmo! Mas, sem cerimônia, quem for fazer isso tem de ser honesto e dizer que vai trocar seu hidrômetro e o novo vai medir mais (porque o velho funciona mal). Ou seja, sua conta vai ficar mais cara! Não tem jeito!

O justo é você pagar corretamente pelo que consome, oras!

No estudo realizado pela Hidrosan, ainda de 2014, há levantamento de como a REDUÇÃO DE PERDAS (faturamento+vazamentos) financia o plano de investimentos no tempo.

O custo de produção do metro cúbico de água produzido pelo DAE, com perdas de 48,7%, era de R$ 1,52. Com a redução das perdas para 25%, a mesma produção daquele ano teria custo final do m3 para R$ 1,10. 

Essa projeção real de financiamento INTERNO da modernização do sistema de abastecimento foi realizada em cima da mesma tarifa. De lá para cá, o prefeito voltou a retirar um percentual da receita global, reduzindo o percentual para o Fundo de Tratamento de Esgoto (de 25% para 5%) e deslocando essa arrecadação para o caixa geral (abastecimento).

Moradores tiveram de buscar água nas escolas municipais (fotos Prefeitura/DAE/divulgação)

O controle de pressão é fundamental para “ajustar” a água na rede sem “arrebentar” a tubulação. Sem essa medida e com muitos vazamentos, o desperdício é ainda maior.

Outra medida é a gestão do DAE parar de só “correr atrás do prejuízo”. É preciso realizar busca ativa dos vazamentos. Até porque os não aparentes demoram para aflorar. E, conforme o PDA, se não há ação (por equipamentos) para localizar vazamentos “escondidos” debaixo da terra e asfalto, quando estoura o “estrago” e as perdas são muito maiores.

ONDE O CONTROLE DE PERDAS FUNCIONOU?

Limeira! Ainda em 2014, quando a Hidrosan entregou o diagnóstico de Bauru, os engenheiros contaram que o plano foi realizado com sucesso em Limeira. A redução de perdas lá é de 15,5% (medição de 2016).

A solução envolve várias ações. Mas o essencial é o mesmo que Bauru precisa: Limeira conta com setorização de 70 zonas de macromedição onde são controladas e medidas as vazões e pressões de abastecimento, além da manutenção de um parque de hidrômetros de menos de 5 anos de idade.

Mas lá o prefeito da época foi ousado, contou o engenheiro Luiz Di Benardo, da Hidrosan. Trocou hidrômetros e, com isso, gerou receita para pagar a substituição (ano a ano) das tubulações e tecnologia. E também criou um programa de incentivo a redução do consumo amarrado com doação de caixas d´água (para o povo aumentar a reserva de água no período de mais calor e consumo) e valores escalonados da conta. Quem fez a lição de casa conseguiu, mesmo com o hidrômetro novo medindo mais, equilibrar a conta.

Está errada a ideia de que o DAE tem de aumentar seu faturamento através do aumento do consumo! A lógica é tirar menos água do sistema (rios e poços) e dar mais tempo para que a natureza reponha os “estoques” (recarga de aquífero).

Em Bauru é uma loucura! Além de muitos utilizarem mangueira para “empurrar com a água a sujeira para a rua” (o que é maluco, porque não resolve nada e só desperdiça!) o DAE retira das reservas muito mais do que elas podem. E ainda desperdiça muito (não mede correto e tem muitos vazamentos).

Veja o que o PDA diz sobre Bauru: os 34 poços funcionam 24 horas! E a captação do Batalha também funciona sem parar. Não tem bomba que aguente tanto tempo e nem reservatório (da natureza) que consiga repor desse jeito.! Queima bomba mais rápido (e a população fica com raiva).

Você sabia que Bauru tem licença ambiental vencida desde 2019 e que autoriza a retirar 317,4 litros por segundo do rio Batalha, mas nós sugamos com bombas até 550 litros por segundo no auge do consumo, para que 140 mil pessoas tenham água na torneira? 

PLANO DE ÁGUA com ações para 20 anos

Se o Plano Diretor de Água |(PDA) tivesse sido implantado, desde 2014 quando foi entregue), Bauru já estaria na etapa de menor investimento por ano. E alguns dos problemas maiores, da origem, já estavam bem encaminhados.

Como isso não aconteceu, o DAE terá de atualizar o PDA. Conforme o presidente da autarquia, Eliseu Areco Neto, “está sendo contratado estudo específico de perdas até o final do ano. E nós temos de revisar, atualizar, o PDA. Porque tem ações que não foram feitas em 6 anos e outras que fizeram e não estava nestas fases do plano”.

Se o PDA tivesse sido executado, como está na lei, as ações (de 2014 para cá), são as que você vai conhecer abaixo. Sem conheceer a atualização, veja as ações a partir do primeiro ano que foram elencadas:

  • Cronograma para o primeiro ano de vigência deste Plano Diretor de Água trouxe a  instalação dos poços UP55 e UP57, o início da campanha de substituição dos hidrômetros a desativação da UP16 e a instalação da adutora ADT_P57R37.
  • A partir do segundo ano, foi previsto o início dos monitoramentos da qualidade da água no Ribeirão Água Parada e no Rio Batalha que deverá ser realizado quinzenalmente ao longo da vigência do Plano Diretor.
  • Ainda no anos 2: a perfuração de mais dois poços, a contratação do projeto executivo de recuperação e de modernização da ETA do Rio Batalha e do sistema de tratamento dos resíduos gerados na ETA, a certificação do laboratório, a continuação da campanha de substituição dos hidrômetros, a implantação de reservatórios e de estação elevatória de água tratada, e a contratação do projeto executivo da rede, reservatórios e elevatórias de água tratada. Foi previsto o levantamento topográfico da área de captação complementar e da extensão de adutora complementar, dados geotécnicos e sondagens.
  • Ano 3: implantação da ETR, a contratação do projeto executivo de automação do sistema de abastecimento, a contratação do projeto executivo da captação complementar e adutora complementar, a perfuração de novos poços, a implantação de reservatórios, adutoras e elevatórias de água tratada e a continuação da campanha de substituição dos hidrômetros. Considerou-se o início da reforma e modernização da ETA Batalha e da readequação geral dos reservatórios no ano de 2016.
  • Ano 4: perfuração de um novo poço, a implantação de reservatórios, adutoras e elevatórias de água tratada, o licenciamento ambiental da ETA, ETR, a continuação da campanha de substituição dos hidrômetros e da readequação geral dos reservatórios. Considerou-se o início da implantação da rede do LOTE 1 – Zona Norte e a conclusão da reforma e modernização da ETA Batalha no ano de 2017.
  • Ano 5: implantação da captação, o início da implantação da adutora de água bruta complementar e a readequação de reservatórios. Considerou-se a conclusão da campanha de substituição dos hidrômetros no mesmo ano.
  • Ano 6: reforma e modernização das EE Estoril e Falcão, a implantação de adutoras e elevatórias de água tratada, a continuação da campanha de substituição dos hidrômetros, a implantação da rede em Tibiriçá e readequação de reservatórios. Considerou-se a conclusão da implantação da rede do LOTE 1 – Zona Norte e o início da implantação da rede do LOTE 2 – Zona norte. Em 2020 foram previstos a recuperação química de três poços, a implantação de reservatórios e adutora de água tratada e a conclusão da readequação geral dos reservatórios.
  • Ano 7:construir adutoras e Estações Elevatórias de Água tratada, desativar reservação (R 13), concluir rede do lote 2 – Zona Norte e iníciar o lote 3.

Quer ver o diagnóstico completo?

RELATÓRIO DIRETRIZES ABASTECIMENTO ÁGUA BAURU – PDA

http://www.daebauru.sp.gov.br/2014/agua/plano_diretor_aguas/Vol02-TomoIV.pdf

ORÇAMENTO E CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO DO PDA

http://www.daebauru.sp.gov.br/2014/agua/plano_diretor_aguas/Vol02-TomoV.pdf

Veja o que o DAE quer fazer até 2024

1) PERFURAÇÃO DE POÇOS

– MARY DOTA

Custo:  R$ 2.500.000,00

Vazão: 220 m³/H

REGIÕES: MARY DOTA, BEIJA FLOR e IZAURA PITA GARMS

– DISTRITO INDUSTRIAL III 

Custo: R$ 3.000.000,00

Vazão: 200 m³/H

REGIÕES: DISTRITO III, JARAGUA, PETROPOLIS, ROOSEVELT e FORTUNATO R. LIMA

PRAÇA PORTUGAL

Custo: R$ 2.000.000,00

Vazão: 180 m³/H

REGIÕES: ALTOS DA CIDADE, CENTRO e ESTORIL I ,II, III

– POÇO BEIJA FLOR

Custo: R$ 2.500.000,00

Vazão: 250 m³/H

REGIÕES: MARY DOTA, BEIJA FLOR e IZAURA PITA GARMS

– POÇO VILLAGIO IV

Custo: R$ 2.500.000,00

Vazão: 200 m³/H

REGIÕES: VILLAGIOS, ALPHAVILE, SPAZIO VERDE e CIDADE JARDIM

– POÇO VILA FALCÃO

Custo: R$ 2.000.000,00

Vazão: em estudo

REGIÕES: ALTO PARAISO, PQ. VIADUTO, VILA FALCÃO e V. INDUSTRIAL

2) RESERVATÓRIOS

RESERVATÓRIO APOIADO MANCHESTER

CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO: 200 M3

Custo: R$ 2.800.000,00

REGIÕES: MANCHESTER, TANGARÁS, V. SANTA TEREZINHA, AIMORES e DISTRITO III

RESERVATÓRIO ELEVADO JD. AMÉRICA

CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO: 350 m³

Custo: R$ 1.400.000,00

REGIÕES: JD. AMÉRICA, JD. AEROPORTO/AV.GETULIO VARGAS

– RESERVATÓRIO ELEVADO VILA DUTRA

CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO: 350 m³

Custo: R$ 1.400.000,00

REGIÕES: VILA DUTRA, SANTAS CÂNDIDA, LEÃO XIII e  VAL  PALMAS

– RESERVATÓRIO APOIADO VILA DUTRA

CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO: 680 m³

Custo: R$ 1.600.000,00

REGIÕES: VILA DUTRA, SANTA CÂNDIDA, LEÃO XIII e  VAL DE PALMAS

-RESERVATÓRIO APOIADO JD. IMPERIAL

CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO: 3500 m³

Custo: R$ 3.500.000,00

REGIÕES: P. NAÇÕES, TAMBORÉ, VILLA LOBOS, TIVOLI I/ II, V SERRÃO

RESERVATÓRIO APOIADO JD. TV

CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO: 2000 m³

Custo: R$ 2.500.000,00

REGIÕES: J. TV, VILA GARCIA, JD. MARILIA e FLORATA NAÇÕES

  

3) PROJETO BÁSICO SISTEMA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA ETA

R$ 1.100.000,00

Para regularizar  lançamento do resíduo sólido e cumprimento da legislação ambiental

4) EXECUÇÃO SISTEMA DE TRATAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS ETA

R$ 15.000.000,00

Executar o projeto básico para regularizar com a legislação ambiental

5) CONTRATAÇÃO PROJETO BÁSICO PARA CAPTAÇÃO COMPLEMENTAR DO RIO BATALHA

R$ 3.500.000,00

Para regularizar vazão de captação do Rio Batalha

 6) CONTRATAÇÃO ESTUDO DE CONCEPÇÃO E PROJETO BÁSICO PARA NOVA ETA

R$ 2.000.000,00

 7) CONTRATAÇÃO DE OBRA COM PROJETO EXECUTIVO DA NOVA ETA

R$ 40.000.000,00

8) CONCLUIR SETORIZAÇÃO BELA VISTA

R$ 500.000,00

QUANTIDADE EXECUTADA: 1.385,00 m

REGIÕES: BELA VISTA, VILA QUAGGIO e PQ. UNIÃO

9) SETORIZAÇÃO – REDES

SETORIZAÇÃO SABIÁ / ANDORINHAS

R$ 3 .500.000,00

REGIÕES: SABIÁ / ANDORINHAS, JD. JUSSARA, N. JOAQUIM GUILHERME, VILA CELINA e VILA ROCHA

 – SETORIZAÇÃO VILA SÃO PAULO / JD. IVONE

R$ 1.000.000,00

REGIÕES: VILA SÃO PAULO, POUSADA I E II, NOVA BAURU e Jd IVONE

SETORIZAÇÃO MANCHETER / TANGARÁS

R$ 1.500.000,00

REGIÕES: MANCHESTER, TANGARAS e STA TEREZINHA

-SETORIZAÇÃO GEISEL

R$ 3 .000.000,00

REGIÕES: GEISEL, N. JOSÉ REGINO, PQ. HIPODROMO, PQ. BAURU e JD. OLÍMPICO

-SETORIZAÇÃO VILA DUTRA

R$ 3 .000.000,00

REGIÕES: VILA DUTRA, VILA INDUSTRIAL, PQ. VIADUTO, CHACARAS CORNÉLIAS e SANTA CÂNDIDA

SETORIZAÇÃO IX DE JULHO

R$ 7.000.000,00

REGIÕES: JARAGUÁ, FORTUNATO ROCHA LIMA, ROOSEVELT e PETRÓPOLIS

 10) Contratação de Projeto Básico diversas Estações Elevatórias de Esgoto

R$ 1.000.000,00

REGIÕES: Fortunato Rocha Lima, Jardim  Vitória, Parque Santa Cândida, Parque Real e Chácaras Cornelias

11) Construção de nova Estação de Tratamento de Esgotos em Tibiriçá

R$ 2.000.000,00

 12) Contratação Projeto Básico para Ampliação e modernização da ETE Candeia

R$ 700.000,00

 13) EXECUÇÃO DAS OBRAS DE ACESSO ETE VARGEM LIMPA

R$ 7.000.000,00

 14) ENERGIA ETE VARGEM LIMPA

R$ 8.000.000,00

 15) FINALIZAÇÃO DAS OBRAS DA ETE VARGEM LIMPA

R$ 18.700.000,00

 

RESUMO:

PRODUÇÃO, RESERVAÇÃO, TRATAR ÁGUA 

R$ 89,3 milhões

ABASTECIMENTO                                               

R$ 19,5 milhões

ESGOTO                                                                   

R$ 18,7 milhões

TOTAL: R$ 127,5 milhões

 

1 comentário em “Água: perfurar poços sem reduzir perdas é jogar dinheiro fora!”

  1. Maurício Pontes Porto

    O ano Diretor de Águas tem vigência, mas não tem eficácia, pois não foi implantado.
    Além de conferir eficácia ao plano já feito e pago, não é possível fazer política com tarifa pública.
    É preciso se entender que fornecimento de água é serviço, permanente. Nunca vai acabar o investimento em troca de tubulação, troca de equipamentos de captação etc. O serviço será constante.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Rolar para cima