CEI critica custo elevado de parquímetros e não vê prova de irregularidades no contrato do estacionamento rotativo

CEI do rotativo teve Márcio Teixeira, Pastor Bira, Sandro Bussola, Dario Dudario, Julio Cesar como membros e Clemente Rezende pela OAB

A Comissão Especial de Inquérito (CEI) finalizou a apuração nesta quinta-feira (10/9) apontando críticas a ampliação do estacionamento rotativo e ao elevado custo dos parquímetros no contrato com valor total de R$ 14 milhões. Mas a Comissão aprovou o relatório de Sandro Bussola concluindo que não foram produzidas provas de irregularidades no procedimento.

Em voto separado, Márcio Teixeira registra reprovação ao contrato, enfatiza o gasto de R$ 6,3 milhões para uso de apenas 1,77% de acesso ao rotativo, correspondendo a 44% do total da licitação. Uma despesa completamente incompatível para a ínfima utilização. Márcio ainda incluiu requerimento dos registros do uso do carro-multa e o confronto com as infrações aplicadas nos primeiros meses do serviço nas ruas.

O presidente da CEI, Pastor Bira, fez apontamentos também sobre parquímetros, a ampliação da àrea de fiscalização e uso sem discussão aberta e outros itens. Dario Dudario e Julio Cesar também votaram aprovando o relatório, mas sem adendo.

Os 90 dias iniciais da CEI encerram segunda-feira. A Comissão rejeitou prorrogar por mais 90 dias. O texto será entregue a Mesa Diretora e enviado ao MP.

 

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