Desvendando a Renda Fixa- CRIs e CRAs

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hoje daremos continuidade a mais uma das formas de investimentos existentes, dessa vez conversaremos sobre os CRIs e CRAs, ou seja, certificados de recebíveis imobiliários ou do agronegócio.

 

Securitização de recebíveis:

Para que os CRIs e CRAs possam ocorrer, é necessário que antes haja um processo de securitização de recebíveis, que nada mais é que um processo de captação de recursos que financia empreendimentos e projetos pela venda de títulos aos investidores, ou seja, uma antecipação dos valores que seriam recebidos pelas construtoras.

 

Certificados de recebíveis imobiliários:

Os CRIs são títulos de renda fixa, que representam uma promessa de pagamentos futuros, que são referentes a imóveis, como o próprio nome já deixa claro. Mas como eles funcionam na prática?

 

Exemplificando, vamos supor que uma construtora deseja construir um condomínio de luxo, porém ainda não possui o dinheiro que irá receber com a venda dos imóveis que serão construídos. Para que se possa dar viabilidade à obra, a construtora aciona uma companhia securitizadora, que capta o capital necessário no mercado, transformando essas vendas futuras em títulos negociáveis no mercado. Resumindo, os CRIs são pedaços da dívida que podem ser comprados por investidores.

 

Certificados de recebíveis do agronegócio:

Assim como os certificados de recebíveis imobiliários, os certificados de recebíveis do agronegócio funcionam de maneira similar. A estruturação do negócio é a mesma, porém dessa vez o financiamento é feito visando o setor do agronegócio.

 

O processo de geração financeira é o mesmo, a companhia contrata um securitizadora, que adianta o valor financeiro e o transforma a dívida em papéis que admitem negociação. Dessa vez, a dívida pode representar investimentos em maquinários, industrialização de produtos ou até mesmo o aumento de comercialização.

 

Características:

Para ambos os títulos, as características são sempre semelhantes. Começando pelo risco, podemos dizer que é necessário uma preocupação a mais, pois eles não são garantidos pelo FGC, que já foi explicado no capítulo 6. Outro ponto negativo é a liquidez, os prazos para a retiradas costumam ser mais longas, variando em um período de 3 a 5 anos, podendo chegar até mais de 10.

Apesar disso, elas têm um ótimo atrativo, elas são isentas de Imposto de Renda e IOF, fator que atrai muitos investidores, além disso possuem os três tipos de retornos possíveis, os prefixados, pós fixados e híbridos.

 

 

Vamos Juntos?

 

Lucas Strutz Haguiara.

Se você perdeu o episódio anterior é só acessar pelo link abaixo:

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